Nota de Agradecimento

A WBAGestão teve a oportunidade de participar desse projeto pioneiro no Brasil, sendo o primeiro sistema a integrar o pagamento via reconhecimento facial. Agradecemos a PicPay e a todos envolvidos no projeto, mais uma vez mostramos como a tecnologia pode transformar a forma como interagimos e consumimos.

O PicPay anunciou nesta sexta-feira (22/05/2020) o lançamento do pagamento por meio reconhecimento facial. Essa é a primeira fintech a oferecer o recurso no Brasil. A solução vem sendo desenvolvida desde o começo do ano e a ideia é atingir a base de 20 milhões de usuários da plataforma de carteira digital. O investimento para a criação desta solução não foi divulgado.

O pagamento por meio do reconhecimento facial chegará ao público após o fim da quarentena, inicialmente em São Paulo. Para testar a tecnologia, o primeiro local de uso será no novo endereço do Banco Original, controlador do PicPay. Agora com sede no Brooklin, zona sul da capital paulista, a instituição implementou a solução em um café que leva o seu nome. Lá, todos os funcionários do banco poderão pagar pelo produto usando esse recurso biométrico da carteira digital – 95% dos colaboradores do banco têm uma conta no serviço .

Como o sistema funciona

No café, após o caixa registrar o pedido, o usuário PicPay deve se posicionar em frente a um tablet para o reconhecimento facial. Com a confirmação imediata da identidade da pessoa, o atendente libera a cobrança direto para o aplicativo do cliente, que recebe uma notificação e precisa verificar o valor para confirmar a compra. Toda a operação dura, no máximo, 30 segundos.

Confira no vídeo abaixo como será o funcionamento na prática:

Expansão entre os usuários

Em conversa com o Canaltech, Gueitiro Matsuo, CEO do PicPay explicou que a sede do Banco Original servirá de laboratório para o teste da nova tecnologia, até para avaliação do que precisa ser melhorado, antes de expandir o seu uso. No entanto, ele avalia que a aceitação da solução deve ser rápida “Hoje o mercado de reconhecimento facial já tem uma certa maturidade e é bem resolvido. Mas precisaremos ainda educar tanto os estabelecimentos, quanto os usuários”, afirmou.

O executivo prevê ainda que a expansão da tecnologia para a sua base total de 20 milhões de usuários também deve se dar de forma prática: “No ato da abertura de uma conta no PicPay, a pessoa já envia uma foto dela. Então isso já permite registrar seus dados e facilita o processo. Então, podemos estimar que teremos uma base 100% convertida para usar esse tipo de pagamento em até dois anos”.

E como funcionará o cadastramento dos clientes da PicPay?

Quem explica é Leandro Bartolassi, Superintendente de Prevenção à Fraudes do Banco Original, que também esteve por trás do desenvolvimento da Tecnologia e falou com o Canaltech: “No momento em que o cliente faz uma selfie, o software capta mais de 250 pontos no seu rosto, gerando o que chamamos de hashcodes e que são registradas. Uma vez que o cliente efetua um pagamento usando o reconhecimento facial, ele faz uma selfie, gerando uma segunda leva de hashcodes. Elas são cruzadas com as que estão em nosso banco de dados e, casos esses códigos deem match, ou seja, apresentem similaridade, o sistema gera a autorização de pagamento. Tudo isso acontecendo em milissegundos, tornando o processo muito, muito rápido”, afirmou. “Inclusive, nossa tecnologia já consegue detectar até mesmo o rosto das pessoas, mesmo que elas estejam usando máscara. O que nessa época de pandemia deve aumentar bastante.

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